Carlos Silveira - Poeta
Natural de São Paulo - Capital

Ainda no colégio começou escrever textos curtos e em 1998 estreou na poesia compondo seus primeiros versos.

Depois de uma longa pausa voltou a escrever em 2014.

A divulgação de seus poemas se deu, a princípio, através de fanzines distribuídos nas ruas, nos saraus e no transporte coletivo. A partir desta ação o poeta criou o projeto Poesia no Ponto, cujo os versos eram colados nos pontos de ônibus, geralmente na periferia de sua cidade natal.

Começou a participar de alguns saraus em de 2015
Em 2016 recebeu o convite para integrar o grupo Sarau na Escola, em suas apresentações fazia a leitura de seus poemas, também de obras de outros poetas para alunos das escolas públicas.
Através dessa parceria de grande relevância o levou a se apresentar na 24º Bienal Internacional do Livro, em São Paulo.

Publicou seu primeiro livro em 2017 - Amor, asfalto e lama - A poesia urbana de Carlos Silveira - Editora Academia Periférica de Letras

Em 2020 publicou seu segundo livro Versos Noturnos - Carlos Silveira - pela Editora Versum

Seus poemas também estão em algumas antologias poéticas.
Versejar entre Amigos, volumes 1 e 2 Editora Versejar
Flor Bela - Antologia Poética - Editora do Carmo
Sarau Achados & Perdidos - Editora Desconcertos
Antologia Poética Sarau de Língua Solta -Editora Versum 2020
Antologia Poética Sarau de Língua Solta DOIS - Editora Versum 2021

Seja bem- vindo - Forte abraço do Poeta Carlos Silveira

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Resenha Literária

Lendo as poesias do poeta Carlos Silveira, em: Amor, Asfalto e Lama; e Versos Noturnos; percebe-se um gênero literário muito especial, seus livros retratam situações do cotidiano urbano, pois o poeta sai as ruas e se mistura aos acontecimentos e burburinhos urbanos e a vida que se vive nas grandes metrópoles. E é desse dia-a-dia que ele tira a sua poética, isto é, na volta para casa, no bar ou na solidão do quarto que Carlos Silveira, despeja tudo no papel, o que viu, sentiu, suas emoções, sentimentos e vivências mais profundos, ora falando de amores românticos, intensos, arrojados, ora das decepções que eles podem causar. Ora com os acontecimentos amargos, alegres e difíceis, quando se mora em meio aos redutos urbanos e as pessoas que o compõem.
E assim o poeta vai botando sua poesia para fora e se aliviando do incômodo das histórias vividas e criadas por meio de belos versos e poemas. E com isso nos convidando ao deleite de seus escritos, cheios de intensidade e que mexem com com nosso imaginário emocional.
Parabéns Carlos Silveira, pelo seu belo trabalho nestes dois livros.

Abraços- Rita Rodrigues - Professora- Mossoró-RN

O poeta que me encanta com carinho e doçura na alma. Livro incrível e leitura gostosa de fazer, prazer e descoberta em cada página virada. Versos Noturnos uma obra apaixonante.

Maria Nunes - Araçatuba - SP




Versos Noturnos permeia o amor, o medo, tristezas, alegrias, críticas e lembranças (pensamentos cotidianos), além de citar e prestigiar grandes autores, como Paulo Leminsky, Cora Coralina, Mário Quintana e tantos outros.
A organização do autor (percebida nas páginas do livro) permite e nos convida à reflexão e deleite.

Liah Albuquerque - Editora Versum

Nunca tive a pretensão de ser poeta, foi minha vida que virou poesia.



Resenha Literária


Leitura de vida recomendada, porque gosto de contar histórias, inclusive as que já foram escritas e continuam..
A poesia é com certeza uma das artes mais igualitárias que existe, pois, o poeta a encontra em qualquer lugar, em qualquer coisa, ou situação, e nem sempre ela nos fala só do belo, mas nos dar conta das coisas que as vezes não queira ver.
Neste quesito o livro de crônicas e poemas, Amor, asfalto e lama, do autor Carlos Silveira, é rico em falar poeticamente daquilo que é quase o avesso da vida, o lado mais cinza, porém, nos diz de vida, de sentimento, de falta, de perdas, dar voz aqueles que gritam, é impossível não sentir no labor poético de Carlos Silveira, um apelo considerado panfletário, o que não tira a beleza a riqueza que encontramos na poesia nascida nos lugares que por vezes não acreditamos que existam poesias, em becos, vielas, morros, e na avenida rica, em concreto e homens de terno e nó de gravata.
Realmente é gratificante poder ver e sentir, pelo olhar atento do autor Carlos Silveira, como a vida acontece, no asfalto cinza encabulado, quase desumano da imponente metrópole, e como a vida acontece para aqueles que moram lá no fim, ou começo de tudo, onde termina o asfalto e começa a lama, existe uma vida ricamente poética, nisso o autor Carlos Silveira é generoso, narra com muita profundidade, o cotidiano de pessoas, que por vezes se calam, ou que se que falam, sentem que não são ouvidos.
No livro, Amor, Asfalto e Lama, a poesia é generosa, é doce, é amarga, é caustica, tem um toque de profano misturado ao sagrado, um banquete para quem come palavras e engole sapos, mas não perdem a graça, a esperança, a ginga, a fé, não desistem da luta pela vida e adoram noites de luar que o autor acredita “engarrafar”.
E em noites de luar, fala de amor como um pintor que derrama suas tintas numa tela in natura, em suas crônicas fala do simples, do cotidiano da condução lotada, da mulher negra que vende jabuticabas, do menino que tem sonhos, assim como o próprio autor, de um dia ser um jogador, ou quem sabe um doutor.
A leitura de Amor, Asfalto e Lama, é um mergulho na vida como ela é, diversos tons e matizes, cores, dores, amores, desamores, sendo impossível não passar alheio que, como humanos que somos, precisamos de muito além do que pão, carecemos de identidade, de voz, de existir e de sonhos e a arte crônica de Carlos Silveira, pode até nos incomodar, mas é esta uma das funções da arte, desvendar os avessos, ver que no final somos todos iguais.
Quando isto é colocado pelo prisma da poesia, a vida tornar-se quase bem mais viável, podemos chorar e rir, pois, a esperança é parte integrante do amor que nasce em qualquer lugar.
Recomendo a leitura de, Amor, asfalto e lama, por ser um livro que nos comove e principalmente porque os sentimentos humanos são iguais em qualquer canto do mundo, mas ao lerem não dispensem a companhia da sempre fabulosa musa, (a lua), que embala os sonhos do poeta Carlos Silveira e de todos os amantes da vida e da poesia.
O Livro: Amor, asfalto e lama: A poesia urbana de Carlos Silveira, é uma edição independente, feito por alguém que nasceu poeta.
Mais sobre o autor na página: Crônicas e Poemas.

(Núbia Lima. O apanhador de poesias, recanto de missivas e voos.)